O que é o CS e como ele funciona?

CS – O Card sharing que é bem mais barato e utilizado hoje em dia!

 

O que é a Card Sharing? – Definição aqui para você!

O Card Sharing ou mais conhecido como CS é conhecido por muitos adeptos do mundo satélite como uma solução para se ter acesso a alguns tipos de canais.

Faz alguns poucos anos, o CS começou a ser mais conhecido e usado pelos italianos, ingleses e nórdicos, com o objetivo de compartilhar o acesso a alguns sistemas, a exemplo do NDS Sky.

Um usuário brasileiro pode compartilhar um cartão virtualmente com um inglês, por exemplo, e assim ter acesso ao NDS, ficando o inglês com acesso aos canais compartilhados e podendo, ainda, recompartilhá-los com os seus amigos.

Assim, o CS é cada vez mais conhecido, podendo um só emulador (“cam”) suportar todas os cartões e sem necessitar mudar configurações ou usar emuladores, poder acessar inúmeros canais.

Mesmo com as medidas de segurança adotadas pelos provedores, para tentar inibir o uso do CS, seu uso vem crescendo na Europa e em outros países pelo mundo.

Como funciona essa tecnologia?

o CS consiste na partilha de um ou vários cartões de decodificação através da Internet. Funciona através da conexão de dois ou mais receptores.

Em um dos receptores coloca-se um cartão decodificador de um determinado operador, o primeiro equipamento funciona como receptor/servidor: lê os dados do cartão decodificador e passa-os para outro (ou outros receptores), fazendo com que este funcione como se tivesse também um cartão original.

Ou seja, na prática, permite que um só cartão de assinante “abra” o sinal nos outros receptores que estejam permanentemente conectados através da Internet ao receptor/servidor que tem o cartão.

São bem poucos os sistemas que conseguem funcionar neste sistema, pois a condição principal é terem ligação à Internet. Os mais conhecidos são os famosos Dreambox, Azamérica S900HD, Azbox Elite HD e Azbox Premium HD, para isso é necessário o aparelho ter uma entrada RJ-45, providos de um firmware especifico e um emulador. Com as devidas configurações serão capazes de interagir entre si.

Oposto ao que várias pessoas possam pensar, não se trata de um sistema em que são partilhadas as imagens ou o sinal de satélite ou cabo, e sim, somente os dados de decodificação do cartão.

Para evitar interpretações ruins, reforçamos que as marcas dos equipamentos indicados são receptores FTA completamente normais e legais e só funcionam em CS quando alterado o firmware original.

Aqui estão listados  dois dos decodificadores compatíveis:

  • Azamerica –  a maioria Possui suporte
  • AzBox a – maioria possui suporte

O que preciso para ter o CS?

Em primeiro lugar, o essencial é ter uma boa conexão de internet.

Segundo lugar: um receptor que tenha protocolo cs, newcamd no nosso caso e esteja devidamente conectado e configurado a internet.

Antena, ou antenas apontadas para os satélites que oferecemos.

Tendo tudo isso acima basta pedir seu teste cs que irá funcionar plenamente!

As bandas de transmissão são determinadas faixas de frequência que são utilizadas nos satélites para transmissão de sinais de TV. Nos días atuais, as bandas mais normais e comuns são:

  • Banda C: 3.7 a 4.2 Ghz (Deve-se usar antenas grandes, teladas ou fechadas)
  • Banda Ku: 10.7 a 12Ghz (Deve-se usar antenas fechadas e podem ser pequenas)

Para captar cada Banda, é preciso usar um lnbf apropriado.

O satélite Amazonas 2, lançado recentemente, irá utilizar a Banda L, bastante incomum e que exigirá um novo decodificador compatível com esta banda.

Atualmente, grande parte dos canais digitais abertos (FTA) estão em Banda C, mas está havendo uma migração para a Banda Ku em função do menor custo das antenas receptoras, que podem ser a partir de 45 cm de diâmetro. Isto ajudará na popularização deste sistema de transmissão de sinais de tv por satélite.

Como curiosidade, existe um único satélite no mundo (StarOne C2) que ainda transmite em Banda C analógico. Ele é exclusivo para o mercado Brasileiro.

Vida útil – Do CS

O consumo combustível para posicionamento e correção de rota é o principal responsável pela redução do tempo de vida útil do satélite. Os primeiros tinham tempo de vida em torno de 6 anos. As gerações seguintes, utilizando combustíveis elaborados por novas tecnologias e componentes eletrônicos tecnologicamente mais avançados, com menor consumo de energia, permitiu aos novos satélites uma vida em torno de 15 anos.

Quando um satélite está próximo à sua desativação, outro é lançado e posicionado praticamente ao lado do que será desativado, obedecendo-se a distância de segurança entre eles. O novo, tendo sido alinhado e liberado, passa a receber as operações do satélite velho, que é então desativado e retirado da órbita do cinturão de Clark. Após isto, é desligado e fica vagando, como lixo espacial.

Um risco é a colisão com um satélite ativo, que pode provocar um caos na comunicação. Outro risco é o satélite desativado cair e, pelo tamanho, não ser completamente desintegrado na reentrada na atmosfera, atingindo algum local habitado.

Acidentes onde satélites desativados colidiram com outros, já ocorreram, dando grande trabalho de recuperação para os profissionais da área.

Por isso a NASA desenvolveu o ônibus espacial.

Esta nave tem a capacidade de levar dois satélites em seu compartimento de carga, deslocar-se até os 36 mil quilômetros, retirá-los com o braço mecânico e posicioná-los praticamente no local em que cada um vai ficar. Só então são acionados e a equipe em terra passa a ter o controle sobre eles via rádio e iniciam-se os procedimentos de ativação das comunicações.

Em seguida os astronautas recolhem o satélite desativado colocando-o no compartimento de carga e retornam à Terra com segurança trazendo o que poderia se transformar em lixo espacial.

Essa é a história e tecnologia do CS. Se você quiser utilizar o CS e contratar um plano no Brasil é somente clicar aqui: Teste de CS